Avião de Bolsonaro arremete em MT por causa da fumaça de queimadas

Imagem do avião presidencial em Brasília

Apesar da manobra, pouso ocorreu normalmente na 2ª tentativa. Pantanal registra recorde de queimadas em setembro, e fumaça que atrapalhou a aterrissagem nesta sexta (18) já chegou a outras regiões do país.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta sexta-feira (18) que o avião em que ele estava teve de arremeter ao chegar a Sinop, em Mato Grosso, pois a visibilidade “não estava muito boa”. O Pantanal enfrenta uma onda recorde de incêndios, e a fumaça das queimadas já chegou a outras regiões do país.

“Hoje quando o avião foi aterrissar, ele arremeteu. Foi a 2ª vez na minha vida que acontece isso, uma vez foi no Rio de Janeiro, e, obviamente, algo anormal está acontecendo, no caso é que a visibilidade não estava muito boa.”

Segundo a administradora do aeroporto de Sinop, havia fumaça no momento do pouso, e o piloto não tinha 100% de visibilidade da pista.

A manobra de arremeter ocorre quando o piloto decide subir novamente com o avião quando a aeronave já está em operação de pouso, em direção ao solo.

A aterrissagem da comitiva, que levava ainda os ministros da Defesa, Augusto Heleno, da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e o chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, ocorreu normalmente na segunda tentativa.

Voo de Bolsonaro a Mato Grosso teve de arremeter porque 'visibilidade não estava muito boa' — Foto: Só Notícias - Cleber Romero
Voo de Bolsonaro a Mato Grosso teve de arremeter porque ‘visibilidade não estava muito boa’ — Foto: Só Notícias – Cleber Romero

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